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Sim, ele vive! E nós viveremos... para sempre.

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Cresce hoje o número das pessoas que vivem muito. Só no Japão mais de 30 mil pessoas passam dos 100 anos de idade. E no Brasil os que estão acima dos 60 anos já chegam a 15 milhões.As perspectivas são ainda mais promissoras. Pensa-se que a maioria das crianças que nascem hoje, se não forem mortas.... provavelmente chegarão à terceira ou até mesmo à quarta idade, ou seja, irão ultrapassar os 80 anos. 

Claro que todos nos alegramos com essas boas perspectivas. Acontece que essas estatísticas só revelam a verdade pelo meio. Nada dizem sobre a qualidade de vida. Qualidade de vida significa sentir-se bem consigo próprio; sentir-se bem com os outros; sentir-se bem com Deus. Longevidade (viver muito) nem sempre é sinônimo de qualidade de vida. A qualidade de vida depende de muitos fatores, mas sobretudo, de dois: da genética e de nós mesmos. Menos da genética, e muito mais de nós mesmos. Genética é o patrimônio que herdamos de nossos pais. Esse pode favorecer ou não vida longa e saudável. Mas a genética conta mais nos primeiros anos de vida. Depois, o que conta mesmo, são os cuidados que temos conosco. 

Falar em cuidado consigo mesmo significa, antes de mais nada, amar-se; saber alimentar-se; fazer exercícios; relacionar-se bem com os outros; cultivar o bom humor; viver sorrindo.... 

Tudo isso está sendo muito valorizado em nossos dias. Acontece que há outro cuidado mais importante: é aquele de vivermos em comunhão com Deus. Quem vive no pecado nunca é saudável, mesmo que seja aparentemente forte. O pecado vai corroendo por dentro. Só a graça de Deus torna uma pessoa saudável, mesmo quando aos nossos olhos pode parecer envelhecida, ou até doente. Nossa força está no nome do Senhor. 

Há ainda outro aspecto a ser considerado: a imortalidade. Ninguém quer morrer. Há quem pense que daqui a pouco não apenas viveremos muito, mas não mais morreremos.... Afinal a medicina progride tanto, tanto, que daqui a pouco muita gente vai pedir a Deus que encurte um pouquinho a vida.  Imortalidade na terra é ilusão.

O sonho da imortalidade, não terrena, mas na eternidade, não é uma ilusão. É o Cristo Ressuscitado que nos garante isso. Ele viveu apenas 33 anos na terra, mas está na glória para sempre. E não só ele, mas todas as pessoas que passarem pela vida fazendo o bem serão imortalizadas. E não só imortalizadas: serão glorificadas para sempre.

Eis o que celebramos na Páscoa: o Cristo vivo, que promete a todos que o seguirem, uma vida plena! 

 

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